Efeito do revestimento compósito de Quitosana–tungstênio obtido por deposição eletroforética na resistência à corrosão da liga de Ni–Ti em meio fisiológico
DOI:
https://doi.org/10.18540/jcecvl9iss6pp16237-01ePalavras-chave:
Nitinol. Biomaterial. Revestimento Compósito.Resumo
As ligas com memória de forma de Ni–Ti (Nitinol) são adequadas para aplicações em biomedicina, como implantes ortodônticos, ortopédicos e cardiovasculares. No entanto, para evitar processos inflamatórios locais, busca-se funcionalizar a superfície na liga de Ni–Ti com materiais bioativos. Revestimentos compósitos à base de quitosana podem ser aplicados para melhorar as propriedades das ligas de Ni–Ti devido às suas excelentes propriedades como, baixa toxicidade, biocompatibilidade, biodegradabilidade e boa capacidade de formação de filme. Neste trabalho, o compósito de quitosana–tungstênio (Quit–W) foi avaliado como revestimento protetor da liga de Ni–Ti em meio fisiológico (solução de Ringer). Os resultados de morfologia superficial e composição química (MEV e EDX) comprovaram a formação do revestimento compósito formado por uma matriz de quitosana impregnada com nanopartículas de óxido de tungstênio. Os resultados de resistência à corrosão comprovaram a eficiência do revestimento compósito para atuar como uma barreira de proteção entre a superfície do substrato (Ni–Ti) e o meio corrosivo. Portanto, os resultados apontam para um possível candidato de sistema (liga de Ni–Ti revestida com o compósito de Quit–W) adequado para aplicações no setor de implantes ortopédicos.
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